- reset +
Home
  • images/img_custom/guanabara-225.jpg
  • images/img_custom/rio-225.jpg
  • images/img_custom/slider-1-225.jpg

Stephen Porges, Ph.D.

University of Illinois

Peter Levine, Ph.D.

Somatic Experiencing Trauma Institute

Sue C. Carter, Ph.D.

University of Illinois

Objetivos do Workshop

Tópicos abordados:

• Mudanças evolutivas e funções adaptadas no sistema nervoso autônomo.

• Como a evolução de uma conexão face-coração forneceu os elementos para um sistema integrado mente-corpo de engajamento social.

• Características comprometidas do sistema de engajamento social nos transtornos psiquiátricos e comportamentais.

• Neurocepção: nossa capacidade de detectar riscos e segurança sem consciência.

• Como nossos ambientes sociais e físicos desencadeiam mudanças adaptativas no estado fisiológico que podem resultar em comportamentos inadequados.

• Desmistificando respostas biocomportamentais ao trauma e abuso como "adaptativa".

• Expandir nossa compreensão das estratégias de defesa para além dos comportamentos de luta e fuga para incluir estratégias defensivas de imobilização.

• A contradição entre a função adaptativa de imobilização e comportamentos potencialmente inadequados e dificuldades clínicas.

• Como os neuropeptídeos da oxitocina e vasopressina se enquadram na Teoria Polivagal.

• Os papéis que a oxitocina e vasopressina desempenham na modulação da função autônoma e na regulação do comportamento social e das emoções.

• Como o cortisol (hormônio do estresse) e catecolaminas (epinefrina e norepinefrina) se encaixam dentro da Teoria Polivagal.

• O papel que o cortisol e as catecolaminas desempenham na modulação do comportamento de mobilização e de estratégias de defesa. • Como o médico pode usar uma compreensão da Teoria Polivagal no setting clínico.

• Somatic Experiencing® e sua relação com a Teoria polivagal.

Objetivos:

• Descrever as bases da Teoria polivagal.

• Descrever como a Teoria Polivagal pode desmistificar vários aspectos relacionados a transtornos psiquiátricos e problemas de comportamento.

• Descrever como déficits no controle do Sistema de Engajamento Social são expressos como a principal característica de vários transtornos psiquiátricos.

• Explicar como os comportamentos mal adaptados, que podem acompanhar vários transtornos psiquiátricos, podem refletir respostas adaptadas desencadeadas por mecanismos de sobrevivência.

• Explicar como o processo neural, neuroreceptivo, avalia riscos no ambiente e dispara circuitos neurais adaptados, que promovem interações sociais ou comportamentos defensivos.

• Definir o Sistema de Engajamento Social, que são os mecanismos neurais que ligam o cérebro a face e ao coração.

• Explicar como os recursos do Sistema de Engajamento Social são comprometidos pelo estresse e trauma.

• Explicar a interdependência da regulação autonômica e a oxitocina para estabelecer laços sociais e regular as respostas ao estresse em contextos sociais.

• Como tratar com SE casos de distúrbios que resultam da dependência crônica sobre respostas de stress passados.

• Como SE pode se ligar à regulação dos estados fisiológicos como apresentado pela Teoria Polivagal.

• Como trazer a sensação de segurança, o sentido do Self, e como restaurar o senso de bondade, usando a abordagem da SE.